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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

"I'll never let go. I promise..."

A saudade mata.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

There was a time when we used to be strong. Now, we're only left with those memories, cause we're not strong anymore. Now, we hope to rest in peace, even being weak, cause it's not everybody that can resist some temptations. And that's why we're not perfect, that's why we all make mistakes, that's why we're human beings.
We all have a purpose in life. Each person was born gifted, in different ways, to do special things to others. We were made to create, imaginate, build, think and love things and each others. But if you are weak, you shouldn't give up. You should never let go. You must always improve, work harder. Only then you'll accomplish your goals and dreams. And only then, you'll be happy and fullfilled.
You'll feel tired, of course, but the long journey will be over, and you'll be able to feel cozy and warm, by the fire. And obviously, you'll be strong, once again.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A Vida é um jogo que acaba com um infortuno: a morte.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Oi gente.
Desculpa não ter postado nada recentemente. É que tudo ficou muito corrido e eu não ando tendo muito tempo para o blog esses últimos meses. Mas assim que eu me inspirar e lembrar (!) de escrever aqui algum texto novo, eu posto!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Um Conto Fantástico


Madrugada, lua cheia e céu negro.
O homem, que há horas tentava dormir, possuía olheiras profundas. Seus olhos, cheios de medo, estavam escuros e não brilhavam.
Ele vivia numa pequena casinha, no interior de São Paulo. Tomara uma decisão recentemente: queria passar o resto de sua vida no campo, sem preocupações, longe da cidade grande. Longe do barulho, longe da poluição, longe do transito intenso. Queria ser feliz e ter uma vida tranquila, somente ele e sua pequenina casinha.
O local era realmente bonito. Muito simples, é claro. Mas as paisagens, as árvores e o ar fresco, contavam como preciosos valores e era o que o motivava a viver lá.

Uma coruja piava na floresta, à luz da lua, e mantinha seus grandes olhos focados em sua presa: um pequeno ratinho.

Enquanto tentava dormir e afastar os piores pensamentos, o homem se imaginava fora das paredes de sua casa, no meio do mato. Tinha medo, e suas olheiras estavam assustadoras. O piado era um ruído e um mistério na escuridão; o que fez o homem se encolher e se cobrir com o lençol. Ele estava sendo vigiado...

A coruja abriu as majestosas asas e voou na direção do rato, com suas garras à frente.

E o pobre homem, que se dizia feliz, não conseguia dormir de tanto medo e aflição que sentia. Na cidade, não sentiria isso. Na cidade ele ouviria somente o barulho dos carros, a cachorra da vizinha latindo, talvez a música alta de alguma festa de aniversário... Mas o medo não existiria. Sua escolha o fez se afogar em águas misteriosas; ele estava enlouquecendo, aos poucos.


A coruja matara o rato e já o levava para seus filhotes, que estavam famintos.

O homem suava em sua cama. Ele fechava os olhos e tentava de tudo, mas não dormia. O medo ainda estava lá, fazendo seu coração bater cada vez mais depressa.
A coruja voava e procurava outra presa para seus filhotes que continuavam desesperados e piavam de fome.
Ele, apavorado, soltou um berro.

A coruja quebrou a janela do quarto do homem e piou tão alto que o quase fez ficar surdo. O pobre coitado soltou outro berro e caiu de corpo mole em sua cama.
A coruja o fitava com os grandes olhos traiçoeiros. Ela assistia e examinava o homem com cautela e interesse.

Porém ele, por sua vez, havia sofrido um ataque cardíaco e morrera instantaneamente.

Naquela madrugada, as corujas atacariam. E se alimentariam da mais sincera carne e alma. Sem dó, nem piedade, as corujas fariam a festa e comeriam um pobre homem, cujo seu objetivo, era nada mais e nada menos, do que buscar a paz.