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sábado, 12 de junho de 2010

~ Poesia 12 ~

Sozinho

Vou descendo a rua, á noite,
Quando me deparo com um conhecido.
Ele me olha, eu olho,
E nos comprimentamos.

Ele diz que está com pressa,
E eu digo que a calma, é a alma.
Ele diz que vai trabalhar,
Enquanto o que me resta, é vagabundiar...

Ele levanta a mão,
Diz adeus, anda e se apressa.
Eu sobro, lá em pé.
E entre os becos húmidos, continuo a caminhar.

Paro e contemplo a lua,
Procuro constelações e a via-láctea.
Mas a luzes cintilantes da cidade,
Faz com que o céu fique sem estrelas...

Mais uma vez sem companhia,
Nem mesmo a de uma estrela,
Eu olho meu reflexo na água,
E enxergo um sozinho derrotado.

Vou descendo a rua, á noite,
Quando me aparece um sentimento,
Penso, ainda olhando meu reflexo:
"O que eu preciso, é de um aumento!"

Um comentário:

  1. GUILHERME DO CÉU MEU BOMBOM QUE LINDO ISSO, JURO VAI SE FERRAR SUA DELICINHA QUE FICA FAZENDO COISAS MARAVILHOSAS, E SEU LIVRO ? TE AMO BROOOOO

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